Friday, May 29, 2026

Um poema de David Arthur

 

                       UN TIERNO ROBO DE DULZURA

David Arthur

Tentado por sus fragrancias

y sus seductores colores radientes,

la mariposa se posó sobre el tallo

de su flor favorita, permitiendo

el visitante, sin resistencia,

saborear el néctar recóndito,

un tierno robo de dulzura,

que no solamente satisfizo su sed,

sino, en su inconsciencia, embellece

el jardín lleno de futuras flores.

*

Como la mariposa, yo también me sentí tentado,

por tu cautivador aroma y

tus labios predicando promesas,

una fusión fatal para el corazón de un jóven,

pero nuestras sonrisas vacilantes y miradas furtivas

me persuardieron de rozar suavemente

tus labios con los míos,

un tierno  robo de  dulzura.

Mi indiscreción fue recompensada por tu caricia,

y los vinculos entrañables por toda una vida.

UM TERNO ROUBO DE DOCE

Tentado por suas fragrâncias

e suas sedutoras cores radiantes,

a borboleta pousou no caule

de sua flor favorita, permitindo

ao visitante, sem resistência,

saborear o néctar escondido,

um terno roubo de doçura,

que não só saciou sua sede,

senão, em sua inconsciência, embelezou

o jardim repleto de futuras flores.

*

Como a borboleta, eu também me senti tentado,

pelo seu aroma cativante e

teus lábios pregando promessas,

uma fusão fatal para o coração de um jovem,

porém nossos sorrisos vacilantes e olhares furtivos

me persuadiram a roçar suavemente

teus lábios nos meus,

um terno roubo de doçura.

Minha indiscrição foi recompensada por teu carinho,

e pelos laços preciosos por toda a vida.



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