SONETO DO AMOR CONSTANTE
Silvio Persivo ( Adptação camoniana pelo Chat GPT)
Meu amor, não requeiro vã plateia,
Basta-me a vida em manso e doce fluir,
Qual na ampulheta a fugitiva areia
Vai, em silêncio, o seu destino cumprir.
Que o nosso amor, no tempo apurado,
Se faça canto em terna melodia;
Serei jardineiro, atento e dedicado,
Serás a flor que exalta o claro dia.
Baste-nos só ternura e puro bem,
Felizes sempre com o que se tem,
Fitando a vida em límpida verdade;
E assim, a dois, num laço mais profundo,
Venceremos as sombras deste mundo,
Erguendo o amor à luz da eternidade.
Ilustração: Manus AI.
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