Quem és tu que vens de forma inesperada,
Parecendo nem pisar
no chão, com doce mansidão,
Tumultuar a
placidez das noites enluaradas?
A tua formosura
precedida do perfume bom de amor e vida,
Preenche o tempo
com a plenitude prometida
Para a qual as
coisas haviam sido destinadas.
E, absorto na tua
beleza, contrário minha própria natureza,
Te estendendo, num
gesto ousado, as mãos,
Na esperança de
que não sejas mais uma ilusão.
Ilustração:
Amazon.
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